"Eu nunca fui uma moça bem-comportada. Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. (...) Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar.... Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente. Acredito em coisas sinceramente compartilhadas. Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo. Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou."

sábado, 30 de julho de 2011

Pró - criar





Me sinto bicho!


 Instinto puro, completa, como se nada mais tivesse importância.Amar para mim e isso, ver minha cria me lambendo, sugando, como quem se alimenta de todo meu amor,da minha alma, do meu cheiro,do meu gosto,de mim...ser mãe significa não ser mais dona de si,nem do outro.Significa estar aprisionada por um amor sem fim, sem tamanho, sem nome. Amo me sentir assim, e sem clichês , sou permanentemente, inteira!

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