"Eu nunca fui uma moça bem-comportada. Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços. Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. (...) Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que quase me deixa exausta. Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo. Eu sei chorar toda encolhida abraçando as pernas. Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar.... Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente. Acredito em coisas sinceramente compartilhadas. Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo. Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou."

terça-feira, 6 de setembro de 2011

PAPEL X FUNÇÃO


“... Primeiro, uma distinção: função é uma coisa, papel é outra totalmente diferente. O gerente precisa liderar, mas o líder não precisa ser um gerente. Isto porque a liderança é um papel, e a gerência é uma função. A diferença está na formalidade da ação. O gerente precisa, por exemplo, aprovar, com sua assinatura, um determinado gasto. Ele tem o poder para isto, conferido pelo cargo que exerce. Assim, ele pode, por exemplo, contratar e demitir, decide e autoriza.É sua função.

O líder é aquele que, mesmo sem o cargo, influencia pessoas.Pode até dar ordens, mas os que o seguem o fazem porque acreditam nele. Na sua experiência, no seu conhecimento, no seu senso de oportunidade. Não por serem obrigados a isto. Não é raro vermos, numa empresa, o gerente, que se prende a questões administrativas, e um líder que realmente "toca"...”

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